Os modos de ação do digestarom são muito mais complexos do que, por exemplo, o modo de ação de estimulantes tradicionais. Em primeiro lugar é necessário ressaltar que, como o nome já diz, trata-se de aromas. Disto resulta uma influência positiva sobre a receptividade dos alimentos. Isto é notado de modo surpreendente também em aves e corrige uma constatação de muitos anos, de que as aves, devido aos poucos sensores de sabor, sejam insensÃveis aos aromáticos.

Após a ingestão dos alimentos, a primeira degradação enzimática é provocada pela salivação (é introduzida a digestão de carboidratos). A quantidade de saliva dispendida é estimulada por sensores odor-sabor, como também por estÃmulo nervoso (nervo vago). O estÃmulo nervoso acontece através dos sensores quÃmicos nas mucosas das paredes do estômago. Esse também tem influência direta sobre a secreção estomacal na fase cefálica, como também na fase gástrica. Entre essas duas fases é influenciada a secreção de HCL (ácido clorÃdrico) e de pepsina. Após a ensalivação na boca dos animais continua a digestão enzimática no estômago. Também a digestão de gorduras. Outras substâncias do sabor utilizadas no digestaromâ melhoram a peristáltica do estômago e a secreção de fluÃdos gástricos. Além disto, digestaromâ tem influência sobre as atividades enzimáticas dos animais. Com o contÃnuo aumento dos custos das fontes de proteÃnas, o digestaromâ oferece uma alternativa à s indústrias para proteÃnas mais baratas, tais como tremoço, legumes ou sementes de colza. Outros resultados mostraram que digestaromâ melhora a digestão de gorduras. Isto significa que utilizando-se a mesma quantidade de gordura disponibiliza um valor maior de energia metabólica. A razão disto é que a atividade enzimática está otimizada e a bÃlis está pronta para uma maior produção conjugada de ácido biliar.